agosto 2019

Amontoado de tecidos sobre a mesa:

formas complexas no espaço do possível

O lugar da Educação, o que formaria o ambiente, a condição de sua existencia é talvez, entre tantas outras investigações, maiores e mais densas com certificações de qualidade e garantia, porém está aqui o que poderia ter dito a um grupo de pessoas, a uma turma que ante ao dito, ao conhecido, ao irreparável pudesse errar com alegria, prover essas palavras aqui dispostas, em vazios educativos. Em ética de Spinoza há algo sobre isso, mas não só lá, nesse lugar infindo. Está em Nietzsche, e antes dele nos antigos mais densos de onde partiu para sua longa jornada. Na geometria, em álgebra e, em certo sentido na lógica. Tudo bem que em tudo haja um pouco de tudo, mas que o mínimo do máximo possível aqui, faz a possibilidade como inteireza não conducente a um pelos final, mas ao processo, caminho ao Logos que Heráclito disse, e magnífico entendimento que se pode produzir, construir materialmente.
Seria a Educação um lugar sem fronteira, um espaço como texto em que Bakhtin diz ser as palavras polifonias, densas cargas de energia que nos levam, assim havemos de pensar ao vazio que não preenchemos, o vazio que nem esvaziamos, que nem colocamos ilhós para amarrar, prender o óbvio de sua carga amorfa a querer se tornar sentidos, coisa além do significado usual, significação do possível.
É uma short history e também ensaio, algo que diria se pudesse onde e com quem, e que pudesse prorrogar o erro, e encontrar um acerto que não suportaria a persistencia reprodutiva do estável equilíbrio do conceito. Daquela citação que alguém diz, diz na tentativa de obliterar a passagem, de segurar a vida, de confirmar o que acontece como acontecimento ido, posto longe entre passado e presente, longe disso o espaço para essas falas necessita de quem queira abandonar as balanças do certo e errado e construir entendimentos. Por isso falo daqui, nesse silencio, entre vazios atômicos de letras que tentam ser palavras, significados interagidos no social cultural, a serem tão significativos que atrapalha, devem se tornar ousia, sentidos, doxas de relações e interações humanas.
A geometria que se abre nessa ordem que desejo apresentar é apenas o passo de Amontoado de tecidos sobre a mesa:
formas complexas no espaço do possível. 

Link disponível:

https://www.smashwords.com/books/view/952362

Educação para a liberdade

Para a liberdade da Educação

O desejo de liberdade pertence a todos os seres que constantemente a buscam. A educação é a sua síntese, ela que nos oferece caminho para o desenvolvimento e formação humana. É um livro que ajudará quem estiver a caminho da formação e que deseje encontrar modos de estudos em educação, arte, cultura, políticas públicas, mediação, e as contradições que o exercício acadêmico exige e faz acontecer. 

Aqui se apresentam alguns artigos, textos que se relacionam à pesquisa em Educação. 
Apresentado Dra. Denise de Camargo com prefácio de Dra. Maria Sara de Lima Dias
Os artigos e temas relacionados que por fim nos encaminham à reflexão: 
Primeira parte:
Ouvidoria universitária e as relações comunitárias contemporâneas
Fragmentação e educação para o capital em Crise: Racionalização e individualização de um totalitarismo de Estado.
Exclusão da inclusão

Segunda parte:
Caderno de anotações requeridas e desperdiçadas ao longo da vida
Educação continuada em O Mestre Ignorante de Jacques Ranciere
Pedagogia social comunitária e a autonomia freireana: Estudos preliminares em educação continuada e em educação social comunitária para a formação integral do homem
O Sensível Educativo

Aquiles y la Tortuga

de Zenón de Elea

Aquiles y la Tortuga en la carrera del ahora en su infinita posibilidad, – el tiempo de la pérdida del tiempo como pudiera ser uno plán prensado en uno valor abstracto.
La educación conformativa de las formas que el ayer tiene a reproducir en medio una carrera única, hecha de una vida a desperdiciar las horas tempranas del éste, del venir del sol sobre nuestras manos hechas de marcas del trabajo.  

La carrera de Aquiles y la Tortuga una proposición de Zenón, muchas veces en discussión volve aquí en el formato de ensayo.
Desarrollo humano, bienestar social y felicidad son prerrogativas esperadas de la democracia en todo su lato sentido.
La construcción humana en Vygotski y González Rey, la perspectiva de la emoción en la subjetividad en el pensamiento en palabras, pero sentidas, eticamente vivida en significados, transformadas con el pensar, a realizar sentidos.
Hacemos un recorrido sobre la etimología en relación al mito para acalmar los que podrán decir que he olvidado Certeau. O mismo, de este autor importante, sinto, no presente, la visión de Marx desde su doctorado, su tesis.
Aún, a los que siguen objetivaciones investigativas del humano, algunos aportes – pero pedidos otros importantes en la computadora de mi trabajo -, que podrán de alguna manera apuntar caminos a seguir.

Link disponible:

https://www.smashwords.com/books/view/954517

Continuar

e Realizar a Educação Continuada

O homem não pode ser aquele que aprende para fazer algo, mas um animal que se humaniza para disseminar saberes. Que todo aprender carrega consigo o sentido do outro como parte indissociável de seu fazer, de sua realização humana que seja, por fim, produtora, realizadora da humanidade e para a humanidade.

Como a verdade é verde se possibilitar escolhas. A ser assim a contradição de uma vida pronta, que se nos cabe a opção que nos marca, que antecede à criação do singular em sua íntima vontade. Nesse livro vai encontrar filosofia do continuar, escolha de carreira, projeto de vida, jogos psico-criativos, formação e processo de uma educação para a vida toda.

Continuar significa que estamos em processo, que não terminamos nossa formação humana.
Nesse livro vai encontrar pontos importantes da metodologia para o desenvolvimento contínuo.
Como realizar um projeto, mapa epistemológico, jogos relacionados ao processo de escolhas, mapa mental, de forma sintética e convergente.
Excertos: 
“Uma educação que não humaniza não existe, não é Educação. Um ensino, em sua específica condição propedêutica tende a eliminar da ordem educacional a relação com o outro como fundamento educativo, um ensino que ensina como fazer, um ensino de especificidade alimentado na produção, feito para o trabalho, coisifica, torna o homem funcional e utilitário. 

Educação como mero reprodutor de conhecimentos herdados tende a ser utilizado e compartilhados como verdades finalizada, intransponível, deve ser aceita tal qual e nada mais. Não cabendo perguntas, inquirições, sem dúvidas, cerrado em seu modo reprodutivo de ideologias, de intenções formativas para uma vida limitada aos interesses de domínio e poder.

Por isso, de uma maneira sintética, pode-se entender que o homem não é uma coisa. Nem mesmo representação de algo. E não tem função alguma a não ser , ser homem em processo de humanização. “

“A decisão modifica o espaço, as conexões cerebrais, instiga a pergunta, e a resposta à pergunta que não cessa. 
Ao escolher o homem põe em luto profundo as outras possibilidades, morre nele alguma luz, e saberá sempre, que a melhor ação sempre o constrange, humilha porque o homem não é completo e nada no mundo o preenche senão a certeza da falta de sua completude.”

“Um projeto de vida se consubstancia na tomada de decisão prática na vida profissional, e é dela que se deve ter em mente o sentido de um currículo, um caminho ético, criativo, técnico, científico e prático da vida. Para se considerar a vida profissional e o desenvolvimento da carreira, entende-se a importância da formação no caminho de seu desenvolvimento. Não importa qual profissão, o que vale realmente é o ajuste da atividade escolhida em relação às condições para a sua realização no tempo em uma educação continuada.”

Aproveite esse livro. Oportunidade para que alcance a pesquisa, desenvolva o seu plano para transformar a sua vida, e de seu jeito.

Vestígio

Livro, flores e lenço

Segue os traços. O justo caminho. Acontecimentos que aparecem e desaparecem da memória. Parte do aconteceu parece invadir o objeto. O livro, e o que está nele é tão menos, flores que dizem partida, permanência e o lenço, inusual e vivo como despedida. É triste o que é alegre. Volta a si os momentos, os encontros, o bem e o mal de amor.

É o vestígio do encontro, nele está a emoção que nos enche de resignação com o que permanece.

Drama ou tragicomédia ou simplesmente um teatro que é narrativa. Em Vestígio estão cenas sérias. E a seriedade cômica em signos da vida coo os objetos ‘livro, flores e lenço’ integram a cena para ilustrar e determinar os acontecimentos.
A leitura, enquanto narrativa de obra teatral mostra o equilíbrio e desequilíbrio das relações. O amor que caminha por toda história trás temas contemporâneos sobre gênero, sobre a vida a dois, sobre encontros e despedidas, a perda de sentido.


Equilibrar essas tensões de desejo e introspecção faz com que tudo ande rápido. Que nada fique estanque. A narrativa é fluída e constante.
Eles se conhecem, eles se amam na medida que sejam esperança, e ao mesmo tempo possa mostrar o testemunho de amor encontrado e perdido.
E é para sempre, na história que os vestígios permanecem. Os sons de fundo que produzem efeitos e indicam situações ambivalentes. Momentos sociais, culturais, políticos também mostram-se como vestígios que o drama revela.

Link para deixar o seu vestígio:

https://www.kobo.com/br/pt/ebook/vestigio-livro-flores-e-lenco

Lippi & Semma’s Friendship

Very much persons has ask me (along time) why the Lippi & Semma’s Friendship is a history about lifes, refugees, solitud and transformation? Why?

If you can to think about the answers you certain will encounter the reasons there. When we are said that something, anyway is diferent is of course, has a sense that do not occupied about, or not understood what read, so, is a reasonable for answers as a simple asking. Turn off the lamp about our understanding in that history. Sorry, it is not a ‘happining’ that demand responds as a logic and configuratives. We are persons that participates of social contexts. Thinking in background or a perception created as we gaves reality. So, the literature try with the reading makes, in this sense (among others) – if not happen (no where) a literature -, to emerges of the racional thinking, the imagagination, (emotions as that bathed in creatives understandings), in personal and singular condiction.
Why is this story different?
The child and the adult will look at the tangled images.
Who has never been making aleatory designs? They’re stuffed with possibilites for making different things. 
They will encounter these things from them with signs that emerge into their own mind. That’s when they can play with these tangled images. It will be possible.

The animal life’s boundaries of Semma and Lippi’s is an adventure history. 
The history is the adventure that comes from the tangles that the author to do as start process to write the history. 
The author believes that tangles can compose the history. They would be the thoughts as the events that materialize in the same drawing when you choose into the tangle which you did.
Could we from the drawing tip tangle make a narrative short story? Can the child do this? We choose the events whose ideas complete what represent these discovered objects. What will happen in those huddled traits? We do not know what there is inside the drawing. If we want to know what it is, and what else can be discovered, just let the mind to float.
Let’s talk about it.
The Pedagogy and Psychology in education science can help us. It is not much, but it is enough. Here the complexity change for simplicity.
The Friendship of Lippi and Semma tells how this process takes care to create new possibilities.
The story will shows a little about the dynamics of creativity.
Here is a path, a little different, a case among many possible.
‘No drawing no image, no boundary no limits people that no has limits no have the design or drawing, self image, valous and ethical capacity for decision’. 
Therefore, give limits to create the drawing, the character, the personality.
The Friendship of Lippi and Semma tells how this process takes care to create new possibilities.
The story shows a little about the dynamics of creativity.
I want you to know how much you can offer to grow the child’s imagination with a little story of tangled lines. Play scribble.
Here is a path, a little different, a case among many possible. It is a proposal to play scribble.
Learn more about this story with strangers tangled in the lines. Scribbles are multiple paths of different meanings and senses.

I need to say sorry, I said this because with my personal exercise of translation I lost the original writed in portuguese language. If not ok, for you, apologyse because I do not to try in next time.
“****”

https://www.smashwords.com/books/view/605229

Iara

do vestido preto

As pessoas de teatro. Gente marcada na pele, as emoções em caldeiradas que conseguem sobrepor o que um autor escreve e fazer nascer a expressão máxima. Sempre me disseram, amigos, ex-amigos, ex-conhecidos, ex-colegas, ex-estranhos além de diretores – técnicos da cena -, professores imensos, em dado momento, escreva para mulheres do teatro, gente como nós. E eu nunca consegui vivamente traduzir o que desejavam. Essa peça, para mim algo bacana (sinto, não tenho outras palavras) reaviva essa perda. Porque é perda de tempo ou de significados – aqueles que jamais foram sentidos (no sentido de sentir), insistir para não ser colonizado outra vez, (não que me sinta um foragido da colonização, ou que não tenha algum tipo de orgulho de nossa história, da vida portuguesa tão cheia de saudades que me invade o coração), mas de outro tipo, – nem desse pop, pós-hodierno -, o que quero expressar é essa notoriedade que tem a quietude dos que odeiam, e dos que amam, dessa autofagia crônica de não aceitar a própria ausência, de meios de entendimento, (e não falo de reconhecimento, nem de respeito que é assunto momentâneo dos que chamam a atenção), mas dessa impossibilidade carnal da alma, de que a textualidade passa pelo escaninho, anda nos anais do congresso entre pares, dessa virulenta e pecaminosa sorte de pisar no banquinho de veludo, gralhar, (veja os prêmios internacionais – de obras internacionais – realizados por nossa nacionalidade ausente), falar por cima do proscênio, subir na franja (e não passar disso, de ser quem abre o espetáculo de terceiros, o estado de fringir, no finge da cortinada) e reclamar que não há público em butacas nenhumas. Eles vão assistir os originais. Por isso é bom escrever para teatro, sabendo sempre que é um arcabouço cênico que se realiza integralmente, completamente na cena literária.

Quando escrevo para teatro penso no que poderia ter sido. Então reavalio e faço entre falas a literatura, ao menos literatura despejada no corpo do desejo.

Iara do vestido preto.
História psicológica de amor vivido, drama do amor desejado que se representa nas roupas que lava. Como se limpasse qualquer sofrimento, qualquer engano ou tristeza, em busca de alegria, as roupas saem de sua cesta que está em sua cabeça.
Como uma lavadeira que vai ao rio, ela limpa a si mesma, cuida de si e do amor. “Iara do vestido preto” (monólogo) que trata de uma situação triplicada, de mulher, em um período passado, do estado em que se encontra ao lavar suas roupas de tempo vivido e retomado, e de sua condição humana. Amor, alegria, dor, sofrimento, sentimento em que se estabelece a relação com as roupas, com o espaço, a natureza do rio, a vida em sua percepção sensível e da interação com o objeto e sua história, a roupa e a pele. Vestir e desvestir-se ante o passado no presente. A transformação entre valores em sua ação no trabalho, um trabalho de lavar, de além de lavar propriamente, retirar as manchas trágicas do que ficou impregnado.

Aparentemente é uma peça muito curta, mas há o dilaceramento do tempo através da arte do artista criador, da obra peça em ser arcabouço das reminiscências de um vivido a ser compartilhado, o rio que passa, a natureza em sua imagem estancada no artista, o tempo das falas não ditas, a expressão da fúria de ser quem se é, na experiência provocada da obra teatral.

Essa fragilidade que se manifesta de bicho humano é quem revela os sentidos que a arte nos propõe. Um mundo feito de leveza carregado no peso da vida, de suas agruras e de sua condição.

Esse link abaixo é apenas para demonstração:

https://www.chapters.indigo.ca/fr-ca/livres/iara-do-vestido-preto/9781370364978-article.html?ikwsec=Books&ikwidx=14

Peça curta

A história acompanha a narrativa bíblica com linguagem teatral. 
Desenvolve-se a possibilidade de criações cênicas que ampliam a vida singular de Jó e os personagens espirituais que lhe dão ênfase às suas reações humanas.

Jó concebe um mundo de possibilidades, entre a ética e a certeza na fé de uma vida de paz.

O desenvolvimento da personagem para um fim de superação.

Frente ao espelho

Frente ao Espelho é dedicado à Claudete Pereira Jorge, atriz brasileira. Foi um tema que surgiu de nossas conversas, de brincadeiras no café da tarde.

Comecei a escrever a respeito da pessoa que perde o tempo, que ganha a vida, que morre na idade, que envelhece e se deteriora, que cai as peças que promovem o desejo, a alegria de viver. Tragicomédia ou um espetáculo de jogos artísticos.   

Ao mesmo tempo, o monólogo que exige atuação pesada, de riso e dor, de canto, da dança, de choro, e alegria, que promove pensar, refletir e se divertir. Trágico, mas não linear, portanto cômico. De um lado o espelho como personagem e em segundo lugar o ator, sua atuação.

O que há além do espelho, ante o espelho, fora dele. Qual a razão da vida e sua fortuna, o seu bem, quem é essa pessoa que povoa o imaginário em Ela, frente ao espelho? Tragicomédia ou um espetáculo de jogos artísticos. (pmnt)

https://www.barnesandnoble.com/w/frente-ao-espelho-pedro-moreira-nt/1129546246?ean=2940154476024

A propriedade da ideologia

Onde estamos pode ser o lugar. O lugar permitido de lugar que é. Intersctivo ao território. Território de limites definidos, legalizados e de certa forma, diria, – alguns dizem -, auto imposto. Imposto automático em relação à posição. Não há discussões a respeito de posições no que se refira ponto definido, referenciado, ótica conformativa.
Ambiente é o fim, o início justaposto de começo e fim naturalizados. Tudo bem que não entenda agora, mesmo que mais tarde não também. O que tratamos talvez seja agradável ao sono, ou melhor aos que em pé sentem-se territorialmente pertencentes – e são mesmo -, mas que conversa sobre a linha horizontal ou vertical, – ainda não cheguei a querer pensar a respeito -, do que falamos sobre o possível.
É uma ingratidão aos pré-assassinos. E também aos que por ventura matam antecipadamente, sem o saber. São gente que ouve a coisa gravada. Mesquinhas de ouvido atento. Proprietários do engano. São o que dissemos antes, – e sem coragem – (sem a reminiscência da cor no rosto que antecipa a ética aristotélica – essa que usamos para usufruir do alheio, às escondidas, canhestros, e, vejam, como que tivesse (por serem elementos grupais), a permissão). Tudo bem, gravei essas letras. Elas mesmas que não suportam ser em si mesmas palavras. Essas que digo aqui – sem o dizer -, testtemunho aleatório de uma história tantas vezes contada. Falo, enfim, vai saber, sobre espaço, território, lugar, ambiente – essas coisas. Tem a permissão de ler, de pensar e melhorar o dito, jamais pronunciado, ao menos, a princípio – desta tecnología -, escrito ao modo Anchieta, na areia, na sílica que contem essa coisa, técnica estruturada já sabia a lousa, – não a conhecemos de escola -, mas a de Platão, do tempo dele (e deles), a ardósia. 
Não tenho a pretensão do inusitado. Mas é uma daquelas organizações que se instituem em palavras, são assim. Elas já foram ditas e ditadas. É o malefício da vontade – sinto.

https://www.smashwords.com/books/view/954570