Vestígio

Livro, flores e lenço

Segue os traços. O justo caminho. Acontecimentos que aparecem e desaparecem da memória. Parte do aconteceu parece invadir o objeto. O livro, e o que está nele é tão menos, flores que dizem partida, permanência e o lenço, inusual e vivo como despedida. É triste o que é alegre. Volta a si os momentos, os encontros, o bem e o mal de amor.

É o vestígio do encontro, nele está a emoção que nos enche de resignação com o que permanece.

Drama ou tragicomédia ou simplesmente um teatro que é narrativa. Em Vestígio estão cenas sérias. E a seriedade cômica em signos da vida coo os objetos ‘livro, flores e lenço’ integram a cena para ilustrar e determinar os acontecimentos.
A leitura, enquanto narrativa de obra teatral mostra o equilíbrio e desequilíbrio das relações. O amor que caminha por toda história trás temas contemporâneos sobre gênero, sobre a vida a dois, sobre encontros e despedidas, a perda de sentido.


Equilibrar essas tensões de desejo e introspecção faz com que tudo ande rápido. Que nada fique estanque. A narrativa é fluída e constante.
Eles se conhecem, eles se amam na medida que sejam esperança, e ao mesmo tempo possa mostrar o testemunho de amor encontrado e perdido.
E é para sempre, na história que os vestígios permanecem. Os sons de fundo que produzem efeitos e indicam situações ambivalentes. Momentos sociais, culturais, políticos também mostram-se como vestígios que o drama revela.

Link para deixar o seu vestígio:

https://www.kobo.com/br/pt/ebook/vestigio-livro-flores-e-lenco

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