A ilha do mundo

É um texto, um poema em prosa feito desconforto, ataviado em arames com farpas, fechado de más intenções. Gritadas todas elas.
Poucas palavras em ensaio com cara de conto em algumas partes. Curto. Fala dessa invasão prevista por técnicas e desconhecida humanidade.
Assim como valores humanos, posta em segundo plano. É o látego totalitário meio que atomizado na vida. Pôr em ordem o desfigurado. Geralmente conclama-se todos os especialistas, de todas as áreas para matar a pau o que é feio, em uma atitude feia de mando, uma maneira de avisar que ainda tem quem o corrompe, assim é o vírus, essa reprodução sistêmica que faz prévias eleitorais. Quando mais em forma de monarquismo, anuncia por arautos com altifalantes e sirenas que o mundo está sob controle, assim é a alma ou quase isso, dos ilhados.
A ilha do mundo, é uma literatura que não funciona, não tem mecanismos de persuasão, esquemas ou vontade grupal. 
É essa quase solidão que nos faz mais ligados a nós mesmos, queremos reagir ao que não responde.
Temos de fazer uma limpeza geral nessa ilha, nessa autoridade autoritária. Podemos passar uma palha de aço, retirar alguns fios desnecessários, tentar algo mais sináptico, feito à distância e ao mesmo tempo, no ato. Não sei se jogar soda nesse chão batido de idéias vãs resolve, mas, afinal, enquanto estamos no esconderijo – ninguém vê integralmente -, podem filmar, gravar, comer os direitos autorais no entanto, seguimos. Arrumar a casa, a caverna cerebral, ajustar os fusíveis, transístores, e tudo o mais para buscar voltar ao mundo com outra máscara, outra percepção de si.

https://www.smashwords.com/books/view/1013423

Deixe uma resposta