Vírus do NÃO – princípio da igualdade

Estágio do não, seu lugar no processo educativo  

Não consignado ao não. Sim, isso quer dizer que somado os não, temos um sim, o não mesmo.

Economia das afinidades eletivas das mesmas faltas.

Ou a tecnologia é a técnica ou a técnica é tecnificada ou a tecnificação é processo tecnológico ou a tecnologização é tecnificencia incorporada tecnicamente a políticas da tecnocracia.

Os amigos deram as mãos e se tornaram inimigos, muitos se fizeram de piedosos frente ao sacrifício, no meio da vida-morte de cada dia, no instante do contágio, no momento da prévia perda da dignidade.

O morto é algo material e indigno, sim, porque a vida se lhe impõe ante tomada de decisão.

Nos subterrâneos da cultura queima-se, joga-se à rua ou esconde. Deixa-se pubar, fermentar, estragar a carne no quarto contíguo onde ninguém mais entra.

Um nome ressoa. Passado de a pouco perdido o sentido. Buscar recuperar algo que está além da substancia corporal, da coisa orgânica que se moveu, que atuou. Alguns passos para o passado e se tem algum significado. Era vivo, possuía uma voz, dizia coisas, ajuntou nos braços um laço de flor, derrubou a chávena, quebrou galhos no jardim, e no trabalho era assim, era assado, fazia isso e aquilo. Mas significados que querem tomar sentidos, se fazer de novos significados são coisas perdidas.

Estar coeso, completamente entrincheirado na voz que não arde mais a vela do tempo, um brusco motivo de que bate à porta, o sem motivo.

Construção do que não mais alumia, não mostra a face, a ígnea aparência etérea de alguma verdade em que as palavras carregadas de si-mesmas não abrigam. As palavras, como essas desditas, pouco alojam as famosas coerências.

Sabendo do surto, do maligno estado em que se encontram, transferem valores ao negócio não realizado, ou esperado, feito mas não condicionado a alguma sobrevida. A falta. Há falta. Tremor entre sim e não, certeza e arrependimento. Hesitação está neste momento dando entrevista aos repórteres que buscam notícias, que as criam, as invertem, transtornam os significados. Vemos suas friezas calculadas que arruinaram com toda a lógica. Hesitam.

‘Hesitada, como se sente hoje?’

O laboratório de informática com cento e picos computadores de segunda e até de primeira geração não podem ser utilizados.

As aulas estão fechadas, diz a Hesitada.

O que fazer, o que fazer diz o hesitante jornaleiro.

Extra, extra, não se sabe.

A tecnologia dormente. A universidade, a escola estão fechadas.

Por causa do inusitado.

O inesperado ganhou. Passou por todos os muros controladores do uso tecnológico.

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Assim como no vírus, as exigências de ocupação do espaço de universalidade diz: isso não pode, assim não, dessa maneira também não é possível, não se faz isso sem a liberação técnica, não há como abrir a porta sem a solicitação, não, esse material não pode ser utilizado. Claro que, o corpus técnico das estruturas alimentares do conhecimento faz a vigência de uma métrica de gestão que tem por princípio a negação escolástica.

É um método indutivo em que a paranóia de ser descoberto como clemente às diferenças se determina por políticas da semelhança por similitude.

É estudante, é professor, é um técnico foi permitido por um professor, foi permitido para determinada pesquisa assinada, devido a uma chefia foi permitido usar o laboratório. Foi avaliado o uso, foi conversado pessoalmente, foi enviado documentos de solicitação, foi assinado, foi considerado dias e horários pertinentes, considerando a manutenção dos equipamentos disponíveis controlados.

Busca da igualdade entre o divino estruturado das políticas de argüição. Pergunta-resposta, certo ou errado, pertinaz ou dubitável, junto ou espalhado. Conferencia entre uso e benefício, relação randomizada entre foco e atenção a determinado objeto de interesse, função no tempo e utilidade. Vantagens e desvantagens dessas políticas organizadas e encerradas.

Aulas via internet, a cabo, wifi, direta, indireta, intranet particular ou pública, meios de acesso: mesma sistemática. A negação é mais rápida para o sistema operacional porque faz com que antecipe uma rapidez esperada aos modos de utilização. O computador, desde o momento de ligar, conectar, utilizar um software é mais lento que a máquina de escrever em que basta pôr o papel e pronto.

A negação da rapidez, por outro lado aumenta a velocidade negativa. Depois de todo o ritual, de que a senha funcione e seja validada, que a recepção de um pedido de acesso-resposta entre outros detalhes, que um acaso hebdomadario possibilite ao menos um certo spread do usuário é que se pode entender a rapidez em velocidade. É veloz o número do controle IP, assim como o acesso a certas capas de sitios e inter-sites de visualização, de anuncios, invasões, malware, cookies, políticas de privacidade – em geral abertas -, spam e cargas sobre o sistema operativo.

Veio o não fazer o rancho da impossibilidade como valor colonial dos dominados da sistematização técnica e de sua política de esvanecer o eu individual plurifuncional, veio o não, desde a fundação do Tao, da aristotélica divisão entre início e fim com única opção a uma ética que no máximo pode chegar ao meio caminho e nunca ao caminho do meio.

E o que quer esse não, senão des-negar. ‘Não, não foi por isso não, foi por outro motivo que não conheço nesse momento, não“.

O não foi criado para substituir a semelhança por similitude. É semelhante, mas não é par, não participa disso e daquilo, por similitude aos que realizam isso e aquilo, claro que correspondentes às políticas de mitigação do direito para um dever – segmentado na burocracia, no engessamento, na paralisia da vontade alheia. Para a igualdade é necessário o sal da terra, banhado nas águas do batismo, da purificação partidária, política, muro-ciática (muro da cadeira, da cátedra escolástica, de um escolho feito por um regímen pro canonis, da tradição, reinvenção técnica do habitus).

O pobre não. Esse não virulento que nos mantém à distância é a crença do repertório académico. O não produz a igualdade por negação. Negação em paralelo à negação produz a positividade.

Qual positividade, oferece o não esquemático da distribuição de poderes nos ambientes, um abstrato igual. A igualdade que produz o não. De ser todo negado que se faz como base de sustentação, dessa metrificação de um mérito redigido, normativo, qualificado.

O que faço não alcança os meios senão ao vivo e a cores em direto e frente aos interessados. Tenho que mostrar, demonstrar, provar cada etapa, mostrar o processo, o produto, a coisa. Tocá-la, endireitar, apontar.

Há coisas em que o não dança, aparentemente. Não tem outro jeito. A coisa deve ser real e não virtual. Mas o discurso é uma virtualidade.

A escola, a universidade diz que boa parte dos alunos não possuem ferramentas adequadas para participarem das aulas. Temos ou devemos ser solidários com esse imperativo. O não vence novamente. Se alguns não podem, todos não podem. É uma questão de regimento, de ética.

A educação conseguiu compartilhar para todos, o não.

Não ter acesso aos estudos. Não estudar, portanto.

Nem todos possuem acesso à internet. É algo extremamente caro, para poucos. Poucos possuem acesso? Via redes sociais, os que não podem acessar podem estar em algum chat.

Podem também não estar em nenhum. Sabem do princípio do não. Algo pode ser ensinado via internet, via CD-ROM, via PenDrive, via correio, via sinal de fumaça, via rádio, via TV Aberta, via canal fechado de assinatura gratuita, Telex, telefone de fio, sem-fio, Fax, fac-símile, via Morse entre outras vias.

…—…

O formulario de inscrição, a assinatura, a ficha, ementa, plano de aula, as políticas internas e externas, a conduta, a forma, o conteúdo, a metodologia, os procedimentos pedagógicos, o esquema didático, horario, cronograma, lista de presença, o professor, o aluno, a eficácia, o sistema operacional, o software utilizado, alcance, condições de uso, a técnica empregada, a aula, o debate, a pergunta, a resposta, o trabalho, a prova, a prática e os efeitos, os modos executivos, os secundários, a bibliografia utilizada, a leitura, o fichamento, o entendimento, o aprendizado e a compreensão, o discurso final, a pontuação, os processos avaliativos, a validação, tempo e ritmo e a emprego do conhecimento, as dúvidas, as incertezas. Necessidades laterais, o plano de estudo, o estudar.

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A tecnologia empregada é abaixo da situação requerida. A tecnologia em verdade, não está disponível. O custo é alto, baixo com pouca eficiencia. O conserto técnico de gestão e controle do ensino não condiz com as expectativas. A lei e o regulamento institucional, as normativas, as regras estruturadas, o posicionamento decretado contrabalança com as portarias, a solidez de todo o sistema é solúvel frente ao problema do não.

É caro voltar atrás, caro ir contra à ordem grupal, ao colegiado, às políticas públicas em educação. NTI é um campo neutralizado por demandas em colaboração-participação. Não há NTI, e sim regime informacional. É impossível condizer com procedimentos via TIC, sic. SIC – sistema informativo comum.

Convocatória e dinâmica de atuação das diretorias, secretariados e reitorias.

Extensão sem foco das necessidades ou cursos, oficinas, vivências e práticas em workshop de forma virtual quebram com o paradigma da presenciação.

Paradigmáticas posições à linguagem comum a estrutura educativa.

Um celular é diferente de um smartphone. Custo e benefício. Preparação, planejamento, plano, projetos, programa atuam em separado. Uniformidade de idéias subsidiadas à quantidade ideal sem subsídio.

Enfim, pusemos a sobre-mascara. Guardamos por baixo dos panos a original.

Uma sobre a outra. Acontece que a imagem vasa, cai sobre o tecido que dificilmente retém o vírus da tradição: não.

A igualdade do não faz esse sim que diz ser quem é: não.

Bom, não vou estudar, afinal está tudo fechado.

A resiliência de um sim, para um sim é independente do não. Porém, resulta em sim próprio, distinguido em si-mesmo.

É como ser expulso de todo não concernente em que não mais sim dando no mesmo não.

Nãomais Sim, mais Simé o que é. Sim. Única saída contra o nãoé ser duplamente sim.

Mais sins contra nãos causam o sintoma da presença de um sin – mal. Esse sin, doente é a revolução que se anuncia. A luta para destituir o nãoinicia.  E para dar esse ponta-pé inicial é necessário que os revolucionarios produzam o sim ao menos duas vezes, um sim mais um sim ganha de um não instituído. Ganha na raça do não.

Duplamente contra essa democracia que rege o princípio da igualdade, não.

Aquiles y la Tortuga

de Zenón de Elea

La carrera de Aquiles y la Tortuga una proposición de Zenón, muchas veces en discussión volve aquí en el formato de ensayo.
Desarrollo humano, bienestar social y felicidad son prerrogativas esperadas de la democracia en todo su lato sentido.
La construcción humana en Vygotski y González Rey, la perspectiva de la emoción en la subjetividad en el pensamiento en palabras, pero sentidas, eticamente vivida en significados, transformadas con el pensar, a realizar sentidos.
Hacemos un recorrido sobre la etimología en relación al mito para acalmar los que podrán decir que he olvidado Certeau. O mismo, de este autor importante, sinto, no presente, la visión de Marx desde su doctorado, su tesis.
Aún, a los que siguen objetivaciones investigativas del humano, algunos aportes – pero pedidos otros importantes en la computadora de mi trabajo -, que podrán de alguna manera apuntar caminos a seguir.

El texto completo sigue en el link abajo:

https://www.smashwords.com/books/view/954517

Pedagogia Social Comunitária

https://www.smashwords.com/books/view/1000764

A Pedagogia Social Comunitária é um ramo, uma epistemologia em desenvolvimento. O trabalho do pedagogo social comunitário, o processo de mediação, de integração com a realidade específica da comunidade. Processos de diagnóstico social, da vida comunitária em suas especificidades, desenvolvimento de um plano social comunitário, criação de grupos de trabalho, realização de projetos que podem se tornar programas próprios da comunidade. Não se trata de uma retórica de aprender junto, mas de aprofundamento, de conhecer, e de fato aprender com e através da comunidade para a construção de intervenção pedagógica social comunitária.
Os primeiros passos, as relações da vida comunitária com as políticas a partir de uma visão abrangente cultural social para o emponderamento, bem-estar y felicidade da comunidade. A profissão do pedagogo social comunitário, as possibilidades de trabalho em organizações empreendedoras, de responsabilidade social, em gestão de pessoas, no desenvolvimento de projeto empresarial em espaços sociais comunitários, na avaliacão, consultoria de processos pedagógicos que tenham como fulcro a comunidade, em centros culturais particulares, instituídos pela organização pública, em órgãos de assistência, de apoio à saúde, nos equipamentos educativos, em universidades que desejam receber as comunidades através de projetos extensivos com um formato de centro cultural social comunitário, em associações, clubes de serviços, e na própria comunidade que em específico solicita o apoio de pedagogos sociais comunitários. 
A aplicação de projetos, o foco de atenção com o desenvolvimento de um trabalho conjunto que, no entanto, promove a autoria, a valorização da cultura na e para a comunidade. Pedagogia Social Comunitária tem como episteme teorias e práticas histórico social de onde emanam processos integrados às políticas públicas sociais que possibilitam as ações profissionais no meio social comunitário em suas especificidades.

A ilha do mundo

É um texto, um poema em prosa feito desconforto, ataviado em arames com farpas, fechado de más intenções. Gritadas todas elas.
Poucas palavras em ensaio com cara de conto em algumas partes. Curto. Fala dessa invasão prevista por técnicas e desconhecida humanidade.
Assim como valores humanos, posta em segundo plano. É o látego totalitário meio que atomizado na vida. Pôr em ordem o desfigurado. Geralmente conclama-se todos os especialistas, de todas as áreas para matar a pau o que é feio, em uma atitude feia de mando, uma maneira de avisar que ainda tem quem o corrompe, assim é o vírus, essa reprodução sistêmica que faz prévias eleitorais. Quando mais em forma de monarquismo, anuncia por arautos com altifalantes e sirenas que o mundo está sob controle, assim é a alma ou quase isso, dos ilhados.
A ilha do mundo, é uma literatura que não funciona, não tem mecanismos de persuasão, esquemas ou vontade grupal. 
É essa quase solidão que nos faz mais ligados a nós mesmos, queremos reagir ao que não responde.
Temos de fazer uma limpeza geral nessa ilha, nessa autoridade autoritária. Podemos passar uma palha de aço, retirar alguns fios desnecessários, tentar algo mais sináptico, feito à distância e ao mesmo tempo, no ato. Não sei se jogar soda nesse chão batido de idéias vãs resolve, mas, afinal, enquanto estamos no esconderijo – ninguém vê integralmente -, podem filmar, gravar, comer os direitos autorais no entanto, seguimos. Arrumar a casa, a caverna cerebral, ajustar os fusíveis, transístores, e tudo o mais para buscar voltar ao mundo com outra máscara, outra percepção de si.

https://www.smashwords.com/books/view/1013423

Tempo que voa

Tapete

Sabe

nada dura para sempre

e noites são canções esquecidas

chuva, frio, trovoada

o vento voa sem asas

estrelas dormem acordadas

muitas nem mais existem

são sombras de luz que persistem

Há na relva extremo descanso

E flores também no inverno

despertam

O rio cai da montanha

grita em cachoeiras

faz lagos de arrependimento

Certezas existem

montanhas se mexem

rolam pedras

e corpos definham

A beleza do mar

profundeza de superfície

ondas cansadas

na agonia 

se repetem

Aos olhos da apatia

árvores pouco suportam seus dinheiros

jogam fora e ficam no esqueleto

e quando se enterra o defunto

pensam na semente

No deserto 

areias dançam

enganam os caminhos

A sorte 

todo início termina

e de começo

cai sobre tramas

bordadas

e amanhece

perdoa

morre a alegria

mas muda 

vira o seu olhar para a sua gente

pense em nós

e vem outro dia

Menos palavras

É um conto curto de leiteiro, de retireiro em seu trabalho. Estábulo do que se chama inamovível, estável. Por ser estabelecido nas horas ocupadas.
Um final portentoso é sempre um início decoroso, carregado de sequencias. O final já se inicia na percepção do leitor, no caminho sem volta, e claro, na volta que se faz sobre sí mesmo na recomposição significativa, dos sentidos que constrói.

São sequencias que estão na pluridade das ações. Delas advém as partidas e retomadas, paradas obedientes ao animal. Se obedece até mesmo entre opções. De fazer ou de não isso e aquilo – o que está arraigado e culturalmente reconhecível – na ordenação progressiva dos acontecimentos. E são advindos ao estado interceptivo de um agora sempre possível – por causa disso, dessa memoria social que mais nos põe a caminho das permanências aconchegadas das ilusões da cultura.
Chamo o passado e ponho o nome do cavalo de Mirante.

Por isso Mirante de orelhas esticadas, de danças e vento, de esperas e seguimentos. Marchas com voláteis sonoridades. 

Menos Palavras – um conto. Curto e longo na intenção. Tem nele o memorial e o retorno. Fixado entre amanhecer e adormecer de tarde, vermelho ao fundo do insondável. Partida dos que nunca estiveram, dos que experimentaram estar – a personagem ainda incognoscível de eu mesmo, dos que lêem e do mínimo, esse quase rascunho que aponta a sua existência, sua carne e características. Ao mesmo desejo de reminiscências não encontradas a identidade aérea revela-se.

O fixo em sua imobilidade e o aparato descritivo dos processos. O que vê ao longe. Mirante de jornadas repetitivas. Retomadas de significados, reavivamento da clareza do leite, de sua espuma, da nata, e entorno, cair dentro ao entorno. Como se estivesse cumprindo uma passagem. Nem grito, nem dor, nem desamor, retomada sobre o umbral da existência.


O conto esperneia nas mãos que as palavras tecem, segue a dança do bicho, os desvios que se cumpre por nódoa. Veemente marca das ações alheias reificadas no bicho, no acaso segmentado das ordens caseiras. E se houvesse o desaviso como sinal, agenda de finalizações inconcebíveis, voltaria sobre si a ventura dos desajustes. Elas todas ordenadas das manhãs ou ao passo do abismo de sol poente.

E de início o apegado, alguém emerge e segue o fluxo externo, e interno o contrário caminho. E se pensa diferente cada qual às coisas finalizadas, como nessas estradas do leiteiro a chacolejar o tempo como que fosse o próprio animal a ruminar os espaços por onde anda, cavando a passagem, levando consigo a carga do ofício de Lazar, e de todos nós, como retireiros.

E em seu quadro estabilizado, de a surpresa descansar sobre a maestria, no domínio das voltas dadas e retomadas vai para outro lado, esse que veio, que o apego é mais exigencia que bondade, e bondade abstração no transcurso da rua, dessa via, de terrenos devorados no tempo que fazem a invisível linha cultural de randomizados procedimentos. A repetição em marcha come a passagem, o ciclo das coisas certas e ao mesmo tempo faz os traços das crenças, das devoções ao cotidiano, de linhas sem borda por onde o memorial inventa a si mesmo, de conhecimento, de liberdade atolada em sentimentos, a sua espessura. Faz assim, como se diz, a cultura.
E o que estava tão seguro nessas obrigações de cumprir dever, de não dar pano para manga, de aceitar aquela alma faz seguir o trote diário do ofício. E vai um dia embora. Vai porque se lhe define a ida como disfunção do que é proeminente, de ser devedor de bondade, de agregado. E segue o sol poente, o mesmo que esperar no caminhar, ao fim do dia, o amanhecer.

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Andraja: o absurdo de existir

Andraja é disforme, tem nome, nomeia e pouco tem em palavra. Vocifera como o bicho que protege e ladra o umbigo de suas tronchas calamidades. É piegas, egoísta e bem sabida. É homem, masculino de crueldade, e mulher com pouca liberdade, mas é sempre humana caveira vestida. Morta consciência, em tudo desmedida é Andraja, resumo do limo, humano sanguinário, Vil de valor Andraja, desprovida.

Veste a roupa, a casca, e semeia inimigos, arranca os olhos de alegres, corta pernas, tira pulso, puxa com força as cordas, veias e artérias, esfola o coração.
Passo a passo, na máquina do uso e utilidade, no ganho e vantagem a sentar no colo, ser filme conhecido, imagem adulterada, voz de grito estilhaçado, riso de gozo pueril, fotografia de Andraja, a sua identidade. Coisa, função, utilitária é Andraja. Mulher e homem, homem de humanidade perdida. Andraja, veste a casca da ferida.


Eu ouço e quem mais a conhece sabe que tudo foi partido, tudo foi administrado. Temor ao transcendental e em tudo faz mal.
Andraja é homem. Também grunhe. Grunhe como objetos em atrito, como porta a ranger, quando rezam um conceito. E fala o despeito. Também é mulher. Transideral qualidade. Andraja é tudo. A coisa que fala, a que rosna.
É mais analfabeta que leitora, e é melhor por isso. Pior é quando letrada e explicadora, essa pessoa, essa humanidade Andraja.
Síntese de tudo que se apresenta, Andraja. Salamandra de palavras conhecidas, significados que à força do fogo faz algum sentido, Andraja.

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Amontoado de tecidos sobre a mesa:

formas complexas no espaço do possível

O lugar da Educação, o que formaria o ambiente, a condição de sua existencia é talvez, entre tantas outras investigações, maiores e mais densas com certificações de qualidade e garantia, porém está aqui o que poderia ter dito a um grupo de pessoas, a uma turma que ante ao dito, ao conhecido, ao irreparável pudesse errar com alegria, prover essas palavras aqui dispostas, em vazios educativos. Em ética de Spinoza há algo sobre isso, mas não só lá, nesse lugar infindo. Está em Nietzsche, e antes dele nos antigos mais densos de onde partiu para sua longa jornada. Na geometria, em álgebra e, em certo sentido na lógica. Tudo bem que em tudo haja um pouco de tudo, mas que o mínimo do máximo possível aqui, faz a possibilidade como inteireza não conducente a um pelos final, mas ao processo, caminho ao Logos que Heráclito disse, e magnífico entendimento que se pode produzir, construir materialmente.
Seria a Educação um lugar sem fronteira, um espaço como texto em que Bakhtin diz ser as palavras polifonias, densas cargas de energia que nos levam, assim havemos de pensar ao vazio que não preenchemos, o vazio que nem esvaziamos, que nem colocamos ilhós para amarrar, prender o óbvio de sua carga amorfa a querer se tornar sentidos, coisa além do significado usual, significação do possível.
É uma short history e também ensaio, algo que diria se pudesse onde e com quem, e que pudesse prorrogar o erro, e encontrar um acerto que não suportaria a persistencia reprodutiva do estável equilíbrio do conceito. Daquela citação que alguém diz, diz na tentativa de obliterar a passagem, de segurar a vida, de confirmar o que acontece como acontecimento ido, posto longe entre passado e presente, longe disso o espaço para essas falas necessita de quem queira abandonar as balanças do certo e errado e construir entendimentos. Por isso falo daqui, nesse silencio, entre vazios atômicos de letras que tentam ser palavras, significados interagidos no social cultural, a serem tão significativos que atrapalha, devem se tornar ousia, sentidos, doxas de relações e interações humanas.
A geometria que se abre nessa ordem que desejo apresentar é apenas o passo de Amontoado de tecidos sobre a mesa:
formas complexas no espaço do possível. 

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https://www.smashwords.com/books/view/952362

Educação para a liberdade

Para a liberdade da Educação

O desejo de liberdade pertence a todos os seres que constantemente a buscam. A educação é a sua síntese, ela que nos oferece caminho para o desenvolvimento e formação humana. É um livro que ajudará quem estiver a caminho da formação e que deseje encontrar modos de estudos em educação, arte, cultura, políticas públicas, mediação, e as contradições que o exercício acadêmico exige e faz acontecer. 

Aqui se apresentam alguns artigos, textos que se relacionam à pesquisa em Educação. 
Apresentado Dra. Denise de Camargo com prefácio de Dra. Maria Sara de Lima Dias
Os artigos e temas relacionados que por fim nos encaminham à reflexão: 
Primeira parte:
Ouvidoria universitária e as relações comunitárias contemporâneas
Fragmentação e educação para o capital em Crise: Racionalização e individualização de um totalitarismo de Estado.
Exclusão da inclusão

Segunda parte:
Caderno de anotações requeridas e desperdiçadas ao longo da vida
Educação continuada em O Mestre Ignorante de Jacques Ranciere
Pedagogia social comunitária e a autonomia freireana: Estudos preliminares em educação continuada e em educação social comunitária para a formação integral do homem
O Sensível Educativo